O mercado está em constante evolução. E essa é uma afirmação que pode ser aplicada em qualquer período da história humana. Revoluções industriais surgiram desta forma e fizeram com que a produção se aperfeiçoasse cada vez mais 

Recentemente vimos o boom tecnológico dos aplicativos. A chamada “Economia Compartilhada” aproveita a tecnologia dos apps para unir potenciais ofertantes e consumidores, numa forma georreferenciada. Desta forma, reduzem custos e facilitam o encontro entre a oferta e demanda. 

Podemos citar como as principais empresas da Economia Compartilhada o iFood e o Uber.  

O iFood facilitou a vida dos consumidores e restaurantes, ao implantar um aplicativo onde é possível pedir sua refeição à preços acessíveis, sem que seja necessário ligar para o restaurante. Tudo é feito pela tela do celular e as informações chegam sem erros no restaurante

E quem é o maior beneficiário disso? O próprio consumidor, que tem diversas opções no mercado para fazer o seu pedido. Os restaurantes também ganham com isso, aumentando suas vendas.  

Os próprios aplicativos ganham com programas de mensalidade e comissões dos restaurantes. 

A Uber está presente em mais de 70 países, atendendo cerca de 612 cidades, com mais de 1,5 milhões de motoristas cadastrados. No Brasil a Uber chegou em 2014, na cidade do Rio de Janeiro. Desde então, a empresa expandiu para mais de 100 cidades, contando com mais de 50 mil motoristas cadastrados. O mercado nacional é o segundo maior do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. 

Os preços do Uber são um diferencial, se comparado com os táxis convencionais. Apesar de seu cálculo ser parecido (valores estabelecidos por quilômetros rodados, tempo parado e um valor mínimo para a corrida), o sistema do Uber com um sistema dinâmico

Aqui entra a lei da oferta e procura: quanto mais pessoas procurando viagens e menos motoristas, maior fica o valor. E o mesmo acontece de forma contrária, muitos motoristas disponíveis e poucos viajantes, a corrida barateia. 

Mesmo com todo o dinamismo dos preços da Uber, as viagens são mais em conta que as viagens de um táxi. Um fator importante sobre o preço do Uber é que não incidem taxas e impostos de agências regulamentadoras do Estado, ao contrário do que acontece com os táxis. 

Os valores mais baixos de corridas,obrigaram os táxis a serem mais competitivos para se manterem em atividade. Desta forma, o público é o grande beneficiado. Serviços concorrentes precisam se adequar às exigências do cliente, como preços acessíveis, conforto e bom atendimento para que possam se manter em atividade. 

O UberX, versão mais barata do Uber gerou um faturamento de cerca de US$ 6,8 bilhões em 2015 nos Estados Unidos. Isso mostra a força que a Uber tem no mercado. Além disso, a relação de trabalho flexivel permite que os motoristas do aplicativo tenham ganhos mais eficientes, se comparado aos taxistas convencionais. 

O impacto da Uber, iFood e empresas semelhantes na vida da população é claro. São pessoas que oferecem serviços à outras pessoas, com o auxílio de uma tecnologia que permite que a oferta e procura se encontrem. 

Nestes dois casos, vemos que startups melhoraram os seus mercados. Cada vez mais esse tipo de empresa aparece para facilitar a vida de todos os envolvidos no processo: clientes, as empresas e as próprias startups. 

As startups são velhas conhecidas que ganham força com o passar dos anos. Essas empresas buscam resolver situações de forma inovadora, transformando o mercado que se propõem a atuar. 

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