Por mais que o impacto econômico durante essa pandemia seja imensurável, ainda é possível observar esse cenário crítico com uma nova perspectiva e, a partir de uma nova tendência de consumo, se estabelecer. Se as recomendações são para que fiquemos em casa, o e-commerce no Brasil se fortalece como solução  real para consumidores e, principalmente, para empresas.

Segundo o perfil do e-commerce brasileiro, realizado por BigData Corp e Pay Pal em 2019, são mais de 930 mil e-commerces no Brasil. O número, que já apresenta crescimento de quase 40% em relação ao 2018 tem, nas dificuldades causadas pela Covid-19, espaço para crescer.

A pesquisa recente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, apontou que, devido à pandemia, os consumidores têm receio de sair de casa. Portanto, realizam compras online. Dos entrevistados que já haviam comprado pela internet, 8% o fizeram pela primeira vez durante a quarentena. Como o grau de satisfação é elevado (mais de 80%), o hábito de consumo via plataforma de e-commerce tende a continuar

A tendência do e-commerce no Brasil

Se o e-commerce via desktop já estava consolidado, as compras por aplicativos móveis seguem conseguindo cada vez mais adeptos. Cerca de 80% dos consumidores compram ou já compraram pelo celular. Para atendê-los, cada dia mais, é esperada uma experiência simples e objetiva de compra.

Mais de 75% das lojas virtuais já estão preparadas para proporcionar acessibilidade em uma interface descomplicada para os smartphones, por meio de aplicativos ou sites responsivos, adaptáveis para todos os tipos de telas. 

Essa evolução é imperativa no Brasil. Devido a dificuldades no acesso à internet e a computadores, mais da metade dos brasileiros se conectou à internet pela primeira vez por meio de um smartphone. 

Realidade do mercado de e-commerce no Brasil

Se durante a pandemia, os produtos mais consumidos são os itens de saúde, alimentação e higiene, ao considerar os dados consolidados do 39º relatório Webshoppers, realizado pelo Ebit – Nielsen, em 2018, perfumaria, cosméticos e saúde dominaram o mercado, com 16,4% das compras, seguido por moda e acessórios, 13,6%. No faturamento, contudo, os eletrodomésticos tiveram 19,6% de participação do mercado. Em seguida, vieram os produtos de telefonia e celulares, com 18,2%.

As grandes empresas do mercado são bem conhecidas. Conforme indica o Ranking do E-commerce Brasil, Mercado Livre, Americanas, Amazon, Magazine Luiza e Casas Bahia dominam as compras online porque uma coisa não mudou: o consumidor precisa sentir-se seguro ao utilizar o e-commerce. Portanto, marcas consolidadas se garantem como líderes, exatamente por estabelecerem relação de confiança com o consumidor, que se sente mais motivado a comprar e, principalmente, a comprar valores maiores.

Durante a pandemia, os aplicativos de entrega de comida e compras em farmácias e supermercados tiveram altas surpreendentes. A Rappi, por exemplo, chegou a registrar uma alta de 300% no número de pedidos. Existe também o reflexo no cadastro de entregadores, como o caso do iFood que aumentou sua base em 23 mil de fevereiro para março de 2020. Para ver mais sobre esse impacto, basta conferir o artigo publicado pela Fernanda Zago, nossa especialista em Parcerias Estratégicas e Business Development.

Em resumo

Percebe-se que o mercado do e-commerce no Brasil está se transformando. E a pandemia da Covid-19 é responsável por acelerar uma tendência crescente de compras pela internet. Nesse caminho, também avançam as transações realizadas por meio de dispositivo móvel, grande meio de acesso à internet do brasileiro.

Estamos em um período que acarretará transformações sensíveis ao varejo. O mercado será mais digital, segmentado e simples. 

A velocidade na efetivação dos pagamentos, nem sempre é igual à velocidade na realização dos estornos ou reembolsos. Isso se dá porque os pagamentos realizados por boleto bancário, por exemplo, não possuem um método de reembolso acoplado a ele.

Assim, com o crescimento do setor, crescem também as necessidades de soluções inteligentes para resolver essas questões de reembolsos e estornos de pagamento, solução oferecida pela WePayOut através dos pagamentos via saques em lotéricas, transferências bancárias e logo PIX e WePayOut-wallet.

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