O empreendedorismo, antes de mais nada, é feito das experiências, de tentativas, de erros e acertos. Não há outro caminho. 

Ideias geniais, planejamentos incríveis e até mesmo orçamentos mais altos podem não ser o suficiente se os sócios não tiverem alguma experiência de vida para aplicar no negócio. 

Essas experiências nem sempre são positivas financeiramente, mas que compensam com muito aprendizado e vivência.  

Mas mesmo assim, é fundamental tirar as lições para se desenvolverem e ter melhores negócios posteriormente.  

Hoje, trazemos um pouco da visão dos nossos sócios fundadores e as experiências que possibilitaram a criação da WePayOut . Confira agora mesmo! 

Fernanda Zago - O cliente é o foco 

Fernanda Zago é a responsável por Parcerias Estratégicas e Desenvolvimento do negócio na WePayOut e tem visões bem definidas do que é necessário para o sucesso de um empreendimento: o cliente. 

Segundo Fernanda, o foco no cliente deve ser levado ao pé da letra. Para ela, algumas empresas tentam ou dizem ter foco no consumidor, mas, na verdade, o foco é no produto.  

Quando o cliente passa a não ser considerado como foco principal, todas as áreas da empresa passam a ser afetadas. O atendimento passa a ser voltado mais para a venda de produtos/serviços e não para a resolução do problema do cliente, por exemplo. 

Outro ponto intimamente ligado ao consumidor, Fernanda também acredita que é necessária especialização no que se faz. “Ser especialista no que fazemos aumenta a qualidade do serviço e o entendimento da solução. O cliente sente essa especialização no dia a dia e quando consome o produto ou serviço.” 

Internamente, a gestão transparente faz parte da visão de sucesso de Fernanda. “Valores claros e estabelecimento de relações onde todos ganham”. 

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Eginara Nery - Organização é fundamental 

Para Eginara Nery, Head de Operações da WePayOut, alguns erros trouxeram grandes aprendizados que estão sendo aplicados atualmente. 

“Antes, eu fazia muitas coisas ao mesmo tempo, tentando resolver tudo. Isso me trouxe erros operacionais que geraram prejuízo para para uma das empresas em que trabalhei. Com essa experiência e estudos voltados à produtividade, aprendi a trabalhar com as demandas mais urgentes, depois as mais importantes e por fim as demandas diárias”, explica a Head de Operações da empresa.  

Eginara sempre quis resultados rápidos. “Hoje percebo que tudo tem seu tempo e que o esforço feito em um período será reconhecido dentro do tempo correto, talvez em outro período, e que se esse reconhecimento não vier conforme esperado e merecido, é necessário mudar de empresa, pois a meritocracia é a forma justa de se trabalhar”. 

Com sua vivência, Eginara assegura que não ter processos é falta para qualquer negócio: “A falta de checklists e processos claros leva a erros operacionais. Por não ter essa visão em negócios passados, cometi erros que poderiam ter sido facilmente evitados.” 

A equipe passa ser muito importante dentro de uma empresa, e ter pessoas com objetivos similares dentro da equipe é fundamental, assim como a diversidade de opiniões. 

“Nós da WePayOut somos afinados quanto aos objetivos da empresa e contratamos colaboradores que tenham o mesmo desejo de crescer e fazer a diferença dentro de suas equipes, empresa e mundo”. 

A padronização de processos, para Eginara, é muito importante, assim como a busca por novas metodologias e conceitos, aspecto que também faz parte da WePayOut. “Trabalhamos com o conceito de MVP. Nós utilizamos o conceito de Mínimo Produto Viável para acelerar a criação de soluções. Desta forma, criamos, testamos, acertamos ou erramos rápido. Isso torna nossa empresa dinâmica e nos dá a velocidade que o mercado precisa.” 

Matheus Nunes - Cultura de inovação 

Matheus Nunes, Especialista em Pesquisa e Desenvolvimento da WePayOut também aprendeu importantes lições em sua vivência. 

“Demorei para entender o que significa entregar um produto que possa ser testado no mercado. Nos primeiros anos da minha carreira profissional, participei da criação de produtos muito complexos sem sequer validar com os clientes se aquilo que era projetado atendia à sua necessidade.  

Hoje vejo que não existe processo de criação de produtos sem uma forte interação entre clientes e especialistas no negócio. Além disso, ter uma cultura de early adopters ajuda a saber se um determinado produto deve ou não continuar sendo desenvolvido ou abandonado de vez”. 

Matheus também considera entregas ágeis importantes, mas que a qualidade da entrega deve sempre ser superior. “Já virei muitas noites trabalhando e caçando bugs pois a metodologia dos projetos tinha como principal foco a data de entrega e não a qualidade”, comenta. 

Hoje, para garantir a data de entrega, ele prefere negociar o escopo da entrega do que a qualidade dela. 

As relações de trabalho duradouras são presentes na vida de Matheus, que considera que elas sejam parte essencial de sucesso. “Durante toda minha carreira, eu consegui desenvolver relações de trabalho muito duradouras e verdadeiras. Hoje tenho muito orgulho da rede de contatos que construí”. 

Como Fernanda, Matheus também sente que o cliente precisa estar mais presente nas decisões do produto da empresa. “Fazer o cliente ser parte da decisão é fundamental. Um software nunca está 100% pronto e o cliente deve fazer parte das priorizações de entrega”. 

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